quinta-feira, 19 de abril de 2018

O Motim, de Miguel Franco, com frete grátis para todo o Brasil




Do prefácio:
O culto ao deus do vinho assume, desde o princípio, um caráter de dualidade. Ao mesmo tempo em que se fazia uma adoração ao ar livre, em uma busca de êxtase e alegria, com um caráter extremamente libertador, a veneração era permeada de uma brutalidade selvagem. Nesse aspecto, as bacantes eram tomadas de um “verdadeiro delírio assassino”, executando o dilaceramento de animais e, logo após, consumindo-lhes a carne crua. Além disso, há a ingestão de grandes quantidades de vinho, que seria a própria representação da presença do deus nas festas.





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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Homenagem ao poeta Augusto Frederico Schmidt


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Nota: Optamos por manter, no título da postagem, o nome do poeta como o reproduzem Alfredo Bosi (História Concisa da Literatura Brasileira) e Massaud Moisés (Literatura Brasileira através dos textos) sem a letra "i" após o "h".


Leia um excerto da peça e do prefácio



"Gente do povo enche a adega. Muitos mascarados, maltrapilhos, de caras caiadas ou enfarruscadas. Mulheres desgrenhadas, descalças, descompostas. Tudo se agita ao ritmo da viola e dos ferrilhos e do tambor. Embriaguez. Frenesi. Sensualidade em desordem. Entra mais gente, saem alguns. Movimento vivo. Pares agarrados saem também." 

(Da peça de Miguel Franco)

Repare-se na semelhança entre a descrição das mulheres que participam da agitação inicial do motim e as bacantes, tais como são descritas em outra peça teatral, agora do grego Eurípedes. 

(Do Prefácio de Flavio Botton)



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terça-feira, 17 de abril de 2018

Leia um excerto da peça de Miguel Franco


Advogado: Quando o sol lhe queima uma vinha, você não diz: 'O sol é mau!' Porque ele é bom, tão bom e sempre bom, por muito mal que cause ao particular! Assim é a Lei.
Tomás Pinto – Estará bem! Mas o sol é para todos – faça bem ou faça mal – e esta lei é só de alguns!

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

UPE na Mobilização Nacional Indígena




O Motim, de Miguel Franco, com Prefácio de Flavio Botton


Durante a ditadura salazarista, Miguel Franco leva ao Teatro Avenida de Lisboa, por meio da consagrada Companhia Rey Colaço – Robles Monteiro, sua mais importante peça de teatro histórico, O motim.
No que seria o quinto dia de apresentações, sob o testemunho de atores que chegavam ao trabalho e de espectadores que aguardavam a abertura das bilheterias, a P.I.D.E. (Polícia Internacional e de Defesa do Estado) invadiu a casa de espetáculos, intimou os bilheteiros a suspenderem a abertura dos guichês, rasgou e confiscou os cartazes da peça. As apresentações foram brutalmente suspensas e a peça foi retirada de cena pelo aparelho de repressão do regime salazarista.


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sábado, 14 de abril de 2018

Centenário de Miguel Franco

Nascido a 14 de abril de 1918, o dramaturgo Miguel Franco faria hoje cem anos. Para comemorar essa data, a Editora Todas as Musas lançará durante a próxima semana a primeira edição no Brasil da mais importante obra desse autor português, a peça teatral O Motim, com prefácio de Flavio Botton.





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